quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Asssalto- sair cedo é a solução?!
No dia três de dezembro, eu e mais dois amigos saímos da necrópsia às 16:00.Nós estávamos indo em direção ao carro na rua coronel nunes de melo quando um cara de bicicleta nos abordou.Ele estava muito desesperado,provavelmente drogado.O bandido jogou a bicicleta no chão e ficou gritando com a gente pedindo as carteiras e os celulares e perguntando constantemente : "quer levar um tiro na cabeça?" Eu fiquei muito atordoada,deixei tudo cair no chão.Ele levou três celulares e duas carteiras. Na verdade,ele levou bem mais que isso,ele levou a minha "tranquilidade" , a dos meus amigos.Por mais que soubesse que o Porangas é perigoso,nós realmente nos damos conta do perigo quando nos atinge!
Morgana Cléria
Assalto- andar em grupo adianta? e estacionar próximo a entrada?
Estávamos eu e mais dois amigos indo buscar o carro que estava estacionado logo ao lado da entrada do Departamento de Morfologia quando, repentinamente, chegaram dois elementos de bicicleta ordenando que entregássemos tudo o que tínhamos no bolso (celular, carteira). Eles eram bem agressivam e ameaçavam constantemente atirar. Um deles até desceu da bicicleta e foi tomar da nossa mão com ousadia. Assim que receberam, partiram acelerados, um pra cada lado. Ambos eram jovens, que não aparentavam ter mais de 30.
kennedy cavalcante
Assalto-a situação não é tão nova, só ignorada
Meu assalto ocorreu há um ano. Foi na hora do almoço, ali perto da lagoa. Dois indivíduos de bicicleta me abordaram usando palavras de baixo calão, um mostrando uma arma. Um deles falou: "passa o cel.." antes que ele completasse já tinha tirado o celular do bolso para entregar. Quis preservar minha vida. O flanelinha seu Edson estava do outro lado da rua e não viu nada, talvez por ter sido muito rápido( em torno de 10 segundos ). Também se tivesse visto, creio que não poderia ter feito muito, já que os dois elementos se dirigiram rapidamente para aquela favela existente na lagoa. O trauma me tornou uma pessoa um pouco de diferente: me fez acordar mais cedo pra estacionar em local mais "seguro" (mais próximo do meu local de aula) e me tornou uma pessoa mais atenta(sempre estou avaliando situações de risco e me planejando para evitá-las). Fique atento também, não espere que ocorra algo com você.
Denuncias- Larissa Ferreira
Eu nunca fui assaltada. Em parte, talvez, porque eu acordo às 5:30h pra chegar na faculdade cedo e estacionar nas escassas vagas permitidas aos estudantes dentro do que mais se assemelha a um campus naquela bagunça de prédios espalhados dentro da comunidade. Motivo? Medo dos assaltos diários e péssimas experiências nas poucas vezes em que estacionei fora. Imagine andar sozinha, ser mulher e sair daquele suposto “campus” quando está escurecendo...
Já fui vítima de extorsão por parte dos flanelinhas muitas vezes. Basta estacionar na área “deles” uma vez, e eles decoram seu carro, misteriosamente ouvem seu nome e aprendem os seus horários. O que você dá de dinheiro nunca é suficiente, eles lavam seu carro mesmo você dizendo pra NÃO lavarem e depois vêm cobrar o pagamento e, se você não estaciona com eles no outro dia, chamam sua atenção quando você passa na rua perguntando onde está seu carro (e especificando modelo e cor, diga-se de passagem). Pelo menos aconteceu mais de uma vez comigo. Sinceramente? Morro de medo. Vez ou outra, um deles passa uns dias preso ou é espancado por alguém. Prefiro não imaginar o motivo. Ainda assim, são eles que estão todos os dias lá observando a nossa rotina, e nós estamos à mercê deles.
Outro problema: a falta de controle de acesso aos prédios da faculdade. Pessoas quaisquer usam a única área cercada do “campus” como atalho em seus percursos. No ambiente do Centro Acadêmico, sempre circulam pedintes com histórias imensas de que “precisam do dinheiro pra voltar pra casa” ou “a filha tá internada e não receberam comida no hospital”. Alguns são figurinhas repetidas e fazem isso todos os dias há mais de ano, sem sequer se darem ao trabalho de inventar novas histórias, e é porque essa é a área supostamente cercada da faculdade...Paciência!
Entrar em qualquer prédio da faculdade também não é problema. O aviso de “Identifique-se na recepção” é só enfeite, já que os supostos recepcionistas são meros “guardadores de chaves” das salas. Já houve história de professora ser abordada DENTRO DA SUA PRÓPRIA SALA.
Os supostos seguranças da faculdade são, na realidade, vigias dos estacionamentos reservados aos professores, e, ao meu ver, a única função que eles exercem é a de impedir alunos e pacientes de estacionarem nesses locais. Os da morfologia passam a tarde inteira no maior bate-papo com os flanelinhas da rua.
Quanto aos dois tiroteios em um mês, três carros levados em quinze dias, assaltos diários e estupro de uma residente na saída do plantão...Bom, isso aí já não é nenhuma novidade. Enfim...Absurdo!
Outro problema: a falta de controle de acesso aos prédios da faculdade. Pessoas quaisquer usam a única área cercada do “campus” como atalho em seus percursos. No ambiente do Centro Acadêmico, sempre circulam pedintes com histórias imensas de que “precisam do dinheiro pra voltar pra casa” ou “a filha tá internada e não receberam comida no hospital”. Alguns são figurinhas repetidas e fazem isso todos os dias há mais de ano, sem sequer se darem ao trabalho de inventar novas histórias, e é porque essa é a área supostamente cercada da faculdade...Paciência!
Entrar em qualquer prédio da faculdade também não é problema. O aviso de “Identifique-se na recepção” é só enfeite, já que os supostos recepcionistas são meros “guardadores de chaves” das salas. Já houve história de professora ser abordada DENTRO DA SUA PRÓPRIA SALA.
Os supostos seguranças da faculdade são, na realidade, vigias dos estacionamentos reservados aos professores, e, ao meu ver, a única função que eles exercem é a de impedir alunos e pacientes de estacionarem nesses locais. Os da morfologia passam a tarde inteira no maior bate-papo com os flanelinhas da rua.
Quanto aos dois tiroteios em um mês, três carros levados em quinze dias, assaltos diários e estupro de uma residente na saída do plantão...Bom, isso aí já não é nenhuma novidade. Enfim...Absurdo!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Tiroteiro + tentativa de assalto
Um absurdo! Senti que estava em um campo de guerra, abandonei o carro para fugir de um tiroteio!
Estava saindo da biblioteca, sou I4 e estava estudando para as provas de residência, no dia 6 de novembro de 2012, por volta de 17hs, pensando é melhor tirar o carro e guardar no hospital já que está ficando muito tarde, meu carro estava na Alexandre Braúna esquina com a Cel Nunes de Melo ( A rua da fisiologia). Apesar do movimento grande escutei ao longe uns barulhos estranhos achando que era apenas um escapamento, para minha triste surpresa vi que uma moto se aproximava quando estava entrando no carro. Já fiquei em estado de alerta, quando o homem da moto se aproximou sacando uma arma. Para minha surpresa ele passou por mim me olhando mas não parou. Coloquei as coisas dentro do carro e corri quando virei vi que ele estava sendo perseguido por um policial. A troca de tiros começou. A minha amiga que estava dentro do carro achou melhor sair e se jogar no chão enquanto eu corria para sair da linha de fogo. Foram momentos terríveis. Nunca pensei que estaria no meio de um tiroteio. O homem era um dos assaltantes que tentou roubar a farmácia naquele dia, o outro correu para a Morfologia e por lá também disparou vários tiros. Graças a Deus ninguém foi ferido. A nossa faculdade não deve ser chamada de "CAMPUS". Nunca será! É um monte de prédios jogados no meio de uma vizinhança barra pesada. Sem segurança nenhuma. Essa não foi a primeira vez que algo tinha acontecido comigo, quando estava no 8 semestre 2 homens tentaram me assaltar na rua da morfologia, fingiram que estavam tocando uma campainha e me abordaram quando sai do carro. Meu desespero foi tamanho que eles se assustaram quando um carro do ronda estava se aproximando e saíram sem levar meu carro ou nada meu, mesmo não estando armados me assustou bastante. Hoje estou saindo da faculdade, mas não estou acreditando nos absurdos que acontece a cada dia lá com essa falta de segurança. Espero que as grandes autoridades dessa cidade e da universidade olhem por esses alunos antes que o pior aconteça.
Juliana Maia
Estava saindo da biblioteca, sou I4 e estava estudando para as provas de residência, no dia 6 de novembro de 2012, por volta de 17hs, pensando é melhor tirar o carro e guardar no hospital já que está ficando muito tarde, meu carro estava na Alexandre Braúna esquina com a Cel Nunes de Melo ( A rua da fisiologia). Apesar do movimento grande escutei ao longe uns barulhos estranhos achando que era apenas um escapamento, para minha triste surpresa vi que uma moto se aproximava quando estava entrando no carro. Já fiquei em estado de alerta, quando o homem da moto se aproximou sacando uma arma. Para minha surpresa ele passou por mim me olhando mas não parou. Coloquei as coisas dentro do carro e corri quando virei vi que ele estava sendo perseguido por um policial. A troca de tiros começou. A minha amiga que estava dentro do carro achou melhor sair e se jogar no chão enquanto eu corria para sair da linha de fogo. Foram momentos terríveis. Nunca pensei que estaria no meio de um tiroteio. O homem era um dos assaltantes que tentou roubar a farmácia naquele dia, o outro correu para a Morfologia e por lá também disparou vários tiros. Graças a Deus ninguém foi ferido. A nossa faculdade não deve ser chamada de "CAMPUS". Nunca será! É um monte de prédios jogados no meio de uma vizinhança barra pesada. Sem segurança nenhuma. Essa não foi a primeira vez que algo tinha acontecido comigo, quando estava no 8 semestre 2 homens tentaram me assaltar na rua da morfologia, fingiram que estavam tocando uma campainha e me abordaram quando sai do carro. Meu desespero foi tamanho que eles se assustaram quando um carro do ronda estava se aproximando e saíram sem levar meu carro ou nada meu, mesmo não estando armados me assustou bastante. Hoje estou saindo da faculdade, mas não estou acreditando nos absurdos que acontece a cada dia lá com essa falta de segurança. Espero que as grandes autoridades dessa cidade e da universidade olhem por esses alunos antes que o pior aconteça.
Juliana Maia
Michel Machado- uma história de como quase foi assaltado
Bom, é bem simples o problema na nossa faculdade. Desde que o 1º semestre, todo aluno de qualquer curso já sente que o bairro não é o melhor exemplo de segurança, mesmo havendo guaritas na avenida José Bastos e alguns carros do Ronda que passam de vez em quando. Eu mesmo já fui "quase" assaltado por duas vezes na faculdade. Digo quase pq já fui assaltado por muitas vezes e a gente aprende que os assaltantes seguem praticamente o mesmo esquema. Eles chegam de fininho, observam vc, o seu carro, um pouco de intuição, pode ser, mas ela me tem sido bastante útil.
A primeira vez foi no primeiro semestre, onde as aulas eram na morfologia. Eu costumava estacionar numa rua onde existe uma igrejinha. Estacionei meu carro e notei um cara que agia de forma estranha, ficava olhando pro fim e início da rua e pro meu carro e pra mim. Não gosto de julgar ninguém, mas sem exageros, fiquei dentro do carro por quase 10 minutos(o que é um mundo de tempo pra quem está parado) com a marcha engatada, e o homem não se mexia, ficava na mesma. Eu decidi então sair dali e vi pelo espelho retrovisor que ele saíra de lá.
Os semestres continuaram e outra coisa que passou a me incomodar muito foi os flanelinhas, que para mim, novamente correndo o risco de pré-julgamento, são colaboradores dos bandidos, pois os flanelinhas sabem como vc é, como é seu carro, quais seus horários exatos de entrada e saída. Eles (flanelinhas) são dotados de uma atenção e memória exagerada. Muitos colegas da faculdade dirão que estou exagerando e sou paranóico, mas deixa de dar apenas 50 centavos para o guardador do seu carro pra ver se eles não fazem cara feia e dizem que "vão te cobrar depois" (leve tom de ameça). Eu mesmo já fui abordado à noite por uma conhecida flanelinha da campus, e ao dar 50 centavos ela exigiu mais, dizendo que : " vcs alunos tem dinheiro, a gente sabe, o problema é que vcs não querem dar". No final dei uma nota de dois reais e fui embora.
O terceiro semestre chegou e eu já estava muito ansioso e de saco cheio com as abordagens dos flanelinhas e com as notícias de inúmeros colegas e amigos sendo assaltados no campus, então me inspirei em uma amiga e decide acordar bem mais cedo do que costume e colocar meu carro nas vagas do estacionamento do CA da medicina, que por sinal, são muito escassas. Os dias que não consigo por meu carro no CA, não tenho sossego de jeito nenhum, logo eu que não tenho o costume de andar em grupos, já que não dou caronas, pois moro longe de muitos colegas. Nessa terça-feira, dia 11 de dezembro, resolvi não ir pra aula de manhã e dormir um pouco mais, pois o cansaço às vezes vence. Cheguei na Rua da Morfologia ( sempre confundo a Alexandre Baraúna com a Delmiro de Farias), estacionei meu carro por volta de uma da tarde, peguei minha mochila e jaleco e subi em direção à rua onde ficam as Xerox e a entrada da Odonto. Noitei de "canto de olho" um homem sem camisa e de bicicleta, ele chegava perto e assoviava e falava "Ei, Ei, Ei..". Eu apressei o passo, quando senti ele chegar mais perto corri e me escondi numa Lan House onde tinham algumas pessoas. Não satisfeito, o meliante continuou a rua e assaltou uma menina da Odonto. Conversando com uma moradora descobri que em menos de 15 dias mais de 3 carros tinham sido roubados. Um justamente nessa terça.
Enfim, essa é a historinha dos meus quases, pra minha sorte. Mas muitos colegas e amigos queridos tiveram a infelicidade de serem assaltados, terem o fio da bateria do carro cortada para facilitar o roubo, sequestrados, tiroteios e a lista segue, com a última aquisição sendo um caso de estupro nos arredores da faculdade (não é bom entrar em detalhes por falta de informação e pra preservar a imagem da vítima). O que mais falta acontecer? A morte de um aluno, com certeza. Talvez nem precisemos teatralizar um velório como foi organizado pelos alunos.
Sugestões
Geska Aparecida.
Acho que se deve exigir catracas nas entradas com seguranças (entra no campus apenas prof, estudante e funcionário)... A entrada do Hospital passaria a ser apenas pela porta de fora do campus... Além disso, estacionamento para os estudantes( tem um terreno do lado da morfologia livre , daria para construir um estacionamento de alguns andares) e guardas ao redor do campus ... tudo isso antes que ocorra algo pior se é possível de existir algo pior .
Buscando soluções
Boa noite colegas,
Tem mil coisas que eu gostaria de dizer aqui, acredito que todos temos levando em conta tudo o que está acontecendo, mesmo que nem sempre saibamos como exprimir/resolver isso. O fato é que não adianta dizer nada em um grupo fechado, que continua assim, fechado. Todos temos visto que as assembléias não vão adiante, as idéias não se sobressaem, as informações não se confirmam... Nós, seres humanos teoricamente sociais, racionais e bem instruídos(levando em conta a escolaridade apenas), temos que parar de dar "ponto sem nó", e partir pra ação. Achei que a primeira e mais fácil forma de exposição seria o meio que já usamos pra nos expressar, mas agora de modo público através desse blog. Aqui eu pensei inicialmente em colocar três sessões diferentes que nos dê uma melhor noção do que está acontecendo:
A primeira seria aonde seriam postados depoimentos de assaltos/roubos e furtos nos arredores da faculdade.
A segunda seria um espaço para idéias, soluções, suposições de como pode-se melhorar essa situação.
A terceira, porém não menos importante, seria para demais depoimentos, das pessoas que quase foram furtadas, das que sobreviveram aos tiroteiros, e até daquelas que não passaram por nada disso, mas que estão indignados, que olham para todos os lados com medo, que saem da aula as 4 pra buscar o carro numa tentativa de garantir mais segurança, etc.
COMO TER SUA HISTÓRIA POSTADA:
Me mandem um email! gessykamarcos@gmail.com com o ASSUNTO: velório. assim eu poderei organizar melhor os emails em marcadores e distribuir o trabalho com colegas.
Pretendo imprimir esses depoimentos para fazer o mural que já sugeriram no grupo da medicina, usar como dados concretos para obtermos o que estamos pedindo já que muitos de nós não fazemos B.O. Além disso organizar outras coisas.
Por favor, vamos fazer isso não ficar só pela medicina
Se atentem, pessoal e vamos mudar isso!
Tem mil coisas que eu gostaria de dizer aqui, acredito que todos temos levando em conta tudo o que está acontecendo, mesmo que nem sempre saibamos como exprimir/resolver isso. O fato é que não adianta dizer nada em um grupo fechado, que continua assim, fechado. Todos temos visto que as assembléias não vão adiante, as idéias não se sobressaem, as informações não se confirmam... Nós, seres humanos teoricamente sociais, racionais e bem instruídos(levando em conta a escolaridade apenas), temos que parar de dar "ponto sem nó", e partir pra ação. Achei que a primeira e mais fácil forma de exposição seria o meio que já usamos pra nos expressar, mas agora de modo público através desse blog. Aqui eu pensei inicialmente em colocar três sessões diferentes que nos dê uma melhor noção do que está acontecendo:
A primeira seria aonde seriam postados depoimentos de assaltos/roubos e furtos nos arredores da faculdade.
A segunda seria um espaço para idéias, soluções, suposições de como pode-se melhorar essa situação.
A terceira, porém não menos importante, seria para demais depoimentos, das pessoas que quase foram furtadas, das que sobreviveram aos tiroteiros, e até daquelas que não passaram por nada disso, mas que estão indignados, que olham para todos os lados com medo, que saem da aula as 4 pra buscar o carro numa tentativa de garantir mais segurança, etc.
COMO TER SUA HISTÓRIA POSTADA:
Me mandem um email! gessykamarcos@gmail.com com o ASSUNTO: velório. assim eu poderei organizar melhor os emails em marcadores e distribuir o trabalho com colegas.
Pretendo imprimir esses depoimentos para fazer o mural que já sugeriram no grupo da medicina, usar como dados concretos para obtermos o que estamos pedindo já que muitos de nós não fazemos B.O. Além disso organizar outras coisas.
Por favor, vamos fazer isso não ficar só pela medicina
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